BEM VINDOS AO MEU CANTINHO ESPECIAL. AQUI VOCÊ ENCONTRARÁ SENTIMENTOS QUE TRANSPIRAM DA MINHA ALMA E SE TORNAM POESIAS. É COM ELAS QUE CONVERSO COM O MUNDO... " ONDE O SONHAR É ETERNO, A ESPERANÇA ESTÁ SEMPRE VIVA E O AMOR SE FAZ PRESENTE EM CADA PALAVRA."





quinta-feira, 19 de maio de 2016

È PRECISO APRENDER A OLHAR

É PRECISO APRENDER A OLHAR
"Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela,
uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas,
e outros, finalmente,
que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim".

Cecilia Meireles

domingo, 24 de abril de 2016

Paisagem

Num horizonte distante,
olhares se perdem
esperando o entardecer.

A poeira pinta a cena
e o sol aquece o ar,
o vento toca melodia,
mas ela não quer bailar.

Olhares ainda estão lá
esperando a noite chegar,
logo a cena escura ficará.


sábado, 23 de abril de 2016

Passageira

De volta ao passado
nos vagões da Maria Fumaça
visitando a história
que não colocaram em livros.
Caminhos percorridos
em um tempo que se foi,
Eu, estranha passageira
vestida de dúvidas,
imaginando cenas,
lendo imagens.
Respondendo perguntas,
acenando para o tempo
e sendo feliz.





sexta-feira, 3 de abril de 2015

Saudade


Saudade

Meus pensamentos
 levados pelo vento,
cruzam o céu
 tentando encontrar um sentimento
 que devolva nosso momento.

Lucia



sábado, 3 de maio de 2014

DEIXE PARA LÁ


Obs: Achei muito pertinente o texto, pois muitas vezes é melhor deixar para lá algumas coisas. Não coloquei o nome do autor, pois desconheço a autoria.

domingo, 13 de abril de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

SOU OUTONO


Sou outono
 
De repente folhas caem,

de repente o vento sopra.

De repente sou outono.
 
Lucia

domingo, 1 de setembro de 2013

RASTROS

Na poeira daquela estrada
rastros de uma história.
Que pelos iuvos do vento é contada,
extraídos de alguma memória.
Rastros fragmentados,
esquecidos no tempo,
rastros amarelados
pela cor do lamento.
Os pés que um dia os fizeram,
rumavam sem direção.
A poeira que hoje os revelam
sentem as batidas de algum coração.
Um coração que sangrava
gotas finas de paixão.
Um coração que não esperava
caminhar na solidão.

Lucia  

terça-feira, 9 de julho de 2013

A VIDA


PASSOS


Passos

Horizonte distante
unindo céu e mar,
enquanto ondas pintam as nuvens
num breve flutuar.
Águas em movimento
num lindo bailar
e eu querendo novos passos dar.
Olhos procurando tua mãos para segurar 
e o coração pulsando forte com medo de fraquejar.

Lucia

domingo, 12 de maio de 2013

SER MÃE


Ser mãe é agradecer o passado, vibrar com o presente, acreditar no amanhã. Ser mãe é fazer festa, sorrir e chorar a toa, contar minutos, perder o sono, juntar cacos. Ser mãe é falar muito, calar-se, agitar-se e tranquilizar-se. Ser mãe é ter um pedaço do coração batendo colado em outro coração...
Lucia

domingo, 5 de maio de 2013

A BELEZA DO MUNDO



"...o mais importante e bonito do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas, mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam."

(João Guimarães Rosa)

domingo, 14 de abril de 2013

ALINHAVOS


Nesta estrada empoeirada,
onde o tempo varre o vento
estendi o meu instante
sob o dia pra secar.
Amarelado ficou,
esquecido enrugou,
e do tempo nem se lembrou...passou!
A noite chegou sorrateira
e meus sonhos roubou,
me deixou a insônia
que por causa da saudade chorou.
Costurando os fragmentos
dos momentos que usou,
essa vida complicada
uma colcha de retalhos formou.

Lucia

terça-feira, 9 de abril de 2013

DEVANEIOS AO VENTO


No sereno da madrugada,
uma andarilha sem rumo
tem como vestes a noite
e como companhia a lua.
Sente o desejo aproximar
ouvindo o uivar do vento
e num bruto soprar sua pele apalpar.
A boca se faz faminta do mel
e os olhos de ver o céu,
as mãos trêmulas afagam o nada
que encharcado pelo sereno da madrugada
faz da noite quase dia
e da lua uma sombra iluminada.
O vento agora tranquilo
começa a se distanciar,
e seu canto de longe
a andarilha vai ninar.

Lucia