BEM VINDOS AO MEU CANTINHO ESPECIAL. AQUI VOCÊ ENCONTRARÁ SENTIMENTOS QUE TRANSPIRAM DA MINHA ALMA E SE TORNAM POESIAS. É COM ELAS QUE CONVERSO COM O MUNDO... " ONDE O SONHAR É ETERNO, A ESPERANÇA ESTÁ SEMPRE VIVA E O AMOR SE FAZ PRESENTE EM CADA PALAVRA."





terça-feira, 23 de outubro de 2012

CORAGEM

 
"Coragem, as vezes, é desapego.
 É parar de se esticar, em vão,
para trazer a linha de volta.
É aceitar doer inteiro até florir de novo"
 
Caio Fernando de Abreu

sábado, 20 de outubro de 2012

POETA

Poeta
 
De luz, o refletor.
Das cores, o inventor.
Da dor, o acolhedor.
De amor, o semeador.
Poeta, um ser propagador.
 
Lucia
 
*Dia 20 de outubro é o dia do poeta.

domingo, 14 de outubro de 2012

EU SEI E VOCE NÃO

 
 
Eu sei que tudo é sonho
e sem tempo de se realizar,
mas não importa
eu ainda gosto de sonhar.
 
Eu sei que voce não sabe
e nunca saberá,
mas não faz mal
eu sei por nós e isso é o quanto valerá.
 
Eu sinto e isso me faz bem
mas você nunca sentirá.
Eu sinto em sonho
e isso de você me aproximará.
 
Eu sinto teu cheiro,
teu toque e até mesmo teu olhar,
e sou feliz assim
sabendo que em sonho também se pode amar.
 
Lucia
 
 


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

DESEJO

 
Entre nuvens num camuflar
meu olhar se põe a viajar
tentando te encontrar,
e nessa magia que é o sonhar
consigo suavemente te tocar.
E por instante experimentar
o corpo num extasiar.
Lucia

 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

UM MOMENTO

 
Um momento preso no tempo
transpirando o puro sentimento
guardado num coração
por causa de uma paixão.
 
Um momento que pinta o vento
com as cores do alento
que por instantes purifica a alma
e todo o entorno acalma.
 
Um momento que transgride o templo
e tendo o amor como exemplo
toca seu corpo num impulso
e sente medo por tal insulto.
 
Um momento que cega a distancia
invade o real de esperança
e dono dessa constancia
chora a saudade que cansa.
 
Lucia

sábado, 29 de setembro de 2012

SEGREDO

 
Um poema rasgado
e pelo vento levado.
Nele um amor não correspondido,
agora para sempre escondido.
O que um dia talvez saberia,
segredo no futuro seria.
 
Lucia
 
 

HUMILDADE



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

SÃO BERNARDO DO CAMPO

Um pouco da história de são Bernardo do Campo que hoje comemora 459 anos...

O município de São Bernardo do Campo nasceu na Borda do Campo, mesma região onde existiu a histórica “Villa” de Santo André da Borda do Campo (1550-1560). (Oficialmente São Bernardo do Campo reporta-se à chamada “Villa” de João Ramalho (1553) para comemorar seu aniversário de fundação, mas estudos revelam que o município tem origem bem mais recente, visto que o primitivo povoado sem deixar vestígios.)

Sendo a região local de passagem para aqueles que do Planalto se dirigiam ao porto de Santos, em especial as “tropas” carregando mercadorias e que aqui faziam pouso, começa a se desenvolver na fazenda dos Monges Beneditinos, ao redor de uma capela por eles construída em 1717, um povoado, às margens dos Ribeirão dos Meninos, região do atual Bairro Rudge Ramos (no local onde hoje está instalado o Carrefour Vergueiro).

Pelos primitivos e novos caminhos, pelas velhas fazendas, registram-se a presença do português desbravador, do índio e do negro escravo.

Tendo-se formado e crescido em terras particulares dos Beneditinos, o povoado não pôde ser oficializado, sendo por isso transferido para outro trecho do velho Caminho do Mar, onde está hoje a Igreja Matriz (Largo da Matriz, na rua Marechal Deodoro); esta transferência do povoado ocorreu em princípios do século XIX. Ali, em 1812, de subúrbio da Capital o povoado foi elevado à categoria de Freguesia.

Em 1877 é instalado, nas terras desapropriadas da fazenda dos Beneditinos, o Núcleo Colonial de São Bernardo, que vai dar nova vida a “Villa”. Constituiu-se 15 linhas coloniais que posteriormente originaram os atuais bairros de São Bernardo do Campo.

A presença do imigrante, majoritariamente italiano, é predominante nesse fim de século XIX e início do século XX, contribuindo para ampliar a miscigenação. O cultivo da terra é intensificado. Planta-se, colhe-se, fabrica-se, produz-se... Os campos vão sendo devastados, as matas derrubadas, as estradas alargadas, ruas corrigidas e calçadas, as vilas edificadas e casas construídas.

Ao final do século, por lei provincial de 12 de março de 1889, Freguesia foi elevada a Município, cuja instalação ocorreu em maio de 1890. O Município compreendia, então, praticamente todo o território do atual ABC.

O nome – São Bernardo – deve-se á denominação da fazenda dos Monges Beneditinos, onde havia uma capela dedicada ao Santo, ao redor da qual surgiu o primitivo povoado de 1717.

Com a exploração da madeira, as serrarias aparecem, registrando a tendência industrial da “Villa”. Desenvolve-se a indústria moveleira ao lado da têxtil.

No século XX, com a construção da Represa Billings, alguns núcleos coloniais de imigrantes italianos, formados no século XIX, são atingidos por suas águas.

Os caminhos se proliferam, não só como passagem, mas como expansão do processo de urbanização. Os bairros vão se formando e desdobrando em pequenas vilas e novos bairros. O espaço do povoado se transforma na paisagem da Cidade.

Apesar do desenvolvimento da sede do Município (atual São Bernardo do Campo), o Bairro da Estação (Santo André), em razão da Estação de Ferro inaugurada em 1867, conhece um crescimento acelerado, com a implantação de várias indústrias. Assim, Santo André começa a se destacar econômica e politicamente, tornando-se, em 1938, a sede do Município.

O nome do município é mudado para Santo André e São Bernardo torna-se distrito.

Após muitas movimentações, em 1944 ocorre a emancipação político - administrativa de São Bernardo.

O designativo do Campo, aplicado a São Bernardo, surge com a instalação do atual município, em 1º de janeiro de 1945.













domingo, 19 de agosto de 2012

ESTRANHO NATURAL - Maria Gadú -

DESTINO


Trilhas em trilhos escaldantes
que encendeiam passos a sonhar.
Criaturas que vagam pensantes
e se perdem no labirinto que é amar.
Maltrapilhos e muitas vezes sem rosto,
sem bagagem e com muito para contar.
O destino vai escrevendo na estrada,
mas a chuva sabe como apagar.
Lucia

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

MEU INTENTO



Meu intento


No compasso do vento,
voa meu pensamento.
E por instantes invento
um lindo momento.
Com passos lentos
te deixo atento
e sem seu consentimento
te faço meu alento.


Lucia

domingo, 24 de junho de 2012

SAUDADES


No colo da minha sobrinha Natale meu fiel amigo Willy que alegrou meus dias e me ensinou o que é companheirismo por 12 anos. Que saudade de chegar em casa e ser recepcionada com pulos e alegria, que saudade do teu carinho...Um cão nos ensina muito sobre o que realmente é amar incondicionalmente.


 Todo o cachorro independentemente do seu sexo, é complemento da vida humana. Todo o ser humano deveria experimentar amar um cão , só assim entenderia o que é amor . Todo o ser vivo é uma manifestação da natureza, e a natureza é uma manifestação da vida.
(Altair Pereira)



A FELICIDADE

domingo, 6 de maio de 2012

SENTIDO



Folhas que caem tranquilas

seduzidas pelo orvalho da noite

extasiam se na grama molhada.

Lucia

terça-feira, 17 de abril de 2012

SAUDADE DOÍDA


Olho as nuvens viajantes,
desejo nelas estar,
poder viajar para longe
e nos seus braços me aconchegar.

Sinto a brisa me abraçando
e com ela adormeço devagar,
sonho com teus beijos quentes.
Ah, que saudade de te amar.

Essa saudade que machuca
e faz o corpo chorar.
Cada lágrima que cai
é parte do coração a sangrar.

Lucia

terça-feira, 13 de março de 2012

BUQUÊ DE NOIVA


A tradição do buquê de noiva está ligada a simbologia da vida, já que as flores são os órgãos reprodutores das plantas, portanto está ligada a fertilidade. Acredita-se que o buquê teria surgido na Grécia como uma espécie de amuleto contra o mau-olhado e, o buquê era feito com uma mistura de alho, ervas e grãos. Esperava-se que o alho afastasse maus espíritos e as ervas ou grãos garantiam uma união frutífera. Na Idade Média era comum a noiva fazer o trajeto a pé para a igreja e no caminho recebia flores ou ervas e temperos para trazer felicidade e boa sorte. Ao fim do trajeto ela tinha já formado um buquê e cada um destes presentes tinha um significado referente, assim os antigos romanos costumavam atirar flores no trajeto da noiva, pois acreditavam que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido.

*****Faltam 4 dias para o casamento da minha filha Miriam.
Um dia de sonho, de alegria e de realização. Um dia especial na vida de uma mulher.
Um dia mágico, divino e colorido.

sábado, 10 de março de 2012

RABISCOS E BORRÕES


Rabiscos e borrões
me acompanham na madrugada,
são pensamentos no papel
para que chama não fique apagada.

Este amor que impulsiona o coração
e ao mesmo tempo judia da alma
está tatuado no meu ser
e pensar nele me acalma.

Um dia senti o bem perto,
hoje já não mais.
Só restaram lembranças
e as marcas que o corpo não se desfaz.

Na madrugada se faz poesia
entre rabiscos e lágrimas.
Linhas para colorir o dia
de alguém que ama demais...

Lucia

WORDS - PALAVRAS


Palavras

Sorria um sorriso eternoUm sorriso pode trazer-te para perto de mimJamais me deixe descobrir que você se foiPorque isso poderia me fazer chorar
Este mundo perdeu sua glóriaVamos começar uma nova história, agora, meu amorImediatamente, não haverá outra horaE eu posso te mostrar todo o meu amor
Fale em palavras eternasE dedique todas elas pra mimE eu te darei toda a minha vidaEu estou aqui se você por acaso me chamar
Você pensa que eu não falo sérioUma única palavra que eu digoSão apenas palavras e palavras são tudo que eu tenhoPra levar seu coração embora

sábado, 3 de março de 2012

AUSÊNCIA



Ausência

Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.

Vinícius de Moraes